Aprendendo a Ver
Julho 25, 2008
“Há alguns anos, em um de nosso semináeios sobre liderança, um jamaicano do Banco Mundial chamado Fred contou-me uma história bastante comovente. Poucos anos atrás, soubera que padecia de uma doença terminal. Depois de consultar inúmeros médicos, que confirmaram o diagnóstico, fez o que todos fazem em semelhante situação: semana após seman, negou o fato. Mas aos poucos, com a ajuda de amigos, foi aceitando a realidade de que só viveria uns poucos meses. ‘Então, algo de impressionante aconteceu’, disse ele. ‘Simplesmente parei de fazer o que não era essencial, o que não importava.Passei a ocupar-me de projetos com crianças, que sempre desejei realizar. Não discuti mais com minha mãe. Quando Alguém me cortava trânsito ou acontecia algo que antes me deixara furioso, eu ficava calmo. Em suma, não tinha tempo a perde com bagatelas.’
“Aí pelo fim desse período, Fred iniciou um novo e maravilhoso relacionamento com uma mulher que o aconselhou a buscar outras opiniões sobre sua doença. Ele consultou alguns médicos nos Estados Unidos e logo recebu um telefonema de um deles dizendo: ‘Chegamos a um diagnóstico diferente’. O médico lhe disse que ele tinha uma forma rara de um doença perfeitamente curável. Agora vem a parte da história que nunca esquecerei. Fred confessou: ‘Quando ouvi isso ao telefone, chorei como um bebê… pois temia que minha vida voltasse a ser o que fora!’”
Trecho do livro “Presença”, página 37.